PÁGINAS

DEUS FEZ A FAMÍLIA A PARTIR DO HOMEM E DA MULHER

GENESIS 2 : 20 E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.
21 Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar;
22 E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
23 E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.
24 Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

FAMÍLIA O NOSSO TESOURO

FAMÍLIA
A família é o nosso maior tesouro, nosso mais precioso patrimônio, nossa mais rica herança. Devemos investir o melhor do nosso tempo e dos nossos recursos na família. Devemos dar o nosso melhor para edificarmos a família. É insensatez construir nosso sucesso sobre os escombros da família. De nada vale dinheiro, fama e sucesso se perdemos a família. Precisamos cuidar do relacionamento conjugal. O maior presente que podemos dar para nossos filhos é tratando com honra nosso cônjuge. Precisamos investir no relacionamento com os filhos. Os pais precisam ser amigos dos filhos. Precisam temperar encorajamento com disciplina. Os filhos precisam honrar os pais. Os irmãos precisam ser companheiros e não rivais. A única maneira da terra não ser ferida com maldição é a conversão dos pais aos filhos e a conversão dos filhos aos pais.
Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Deus está no controle da situação


JESUS É A NOSSA PAZ
A paz é o triunfo da fé sobre a ansiedade. É a confiança plena de que Deus está no controle da situação, mesmo que as rédeas da nossa história não estejam em nossas mãos. A paz não é apenas um sentimento, mas sobretudo, uma pessoa, uma pessoa divina. Nossa paz é Jesus. Por meio de Cristo temos paz com Deus, pois nele fomos reconciliados com Deus. Paz com Deus tem a ver com relacionamento. Paz de Deus tem a ver com sentimento. A paz de Deus é resultado da paz com Deus. Quando nosso relacionamento está certo com Deus, então, experimentamos a paz de Deus. Essa paz o mundo não conhece, não pode dar nem pode tirar. Você conhece essa paz? Já desfruta dessa paz? Tem sido inundado por ela? Essa paz está à sua disposição agora mesmo. É só entregar-se ao Senhor Jesus!
Hernandes Dias Lopes

O Semeador de Vida: Provas de que a Bíblia tem algo de sobrenatural.


O Semeador de Vida: Provas de que a Bíblia tem algo de sobrenatural.: A bíblia nos dá mostras de toda a supremacia de Deus,  muito tempo antes de descobertas fundamentais para a nossa vida, ela já havia sido e...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

DEUS NUNCA APROVARIA

LEVITICOS 18:22
''Com homem não te deitarás como se fosse mulher; abominação é;''

BENEFÍCIOS, DEVERES , E UM MAU COSTUME


                  HEBREUS 10:
16  Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta:
17  E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades.
18  Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado.
19  Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
20  Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne,
21  E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,
22  Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,
23  Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.
24  E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,
25  Não deixando a nossa congregação, como é ( MAU ) costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

JESUS : AMIGO DE PECADORES

 EVANGELHO DE MARCOS 2

14  E, passando, viu Levi, filho de Alfeu, sentado na recebedoria, e disse-lhe: Segue-me. E, levantando-se, o seguiu.
15  E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus e seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos, e o tinham seguido.
16  E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores?
17  E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vá até o Fim se Tiver Coragem


Junte-se a mim em uma viagem incrível

Em algum ponto em nossas vidas nós iremos questionar: Como eu devo me relacionar com Deus?
Eu creio que esta é a maior questão da vida. A maioria das pessoas tem algum conceito de Deus. Com o passar dos anos minhas opiniões mudaram Eu via Deus como o poder mais alto, o criador, Como um juiz severo a temer, ou um amigo amado. Tenho sido isquêmico, na busca, um cristão cultural e agora... Bem isto eu vou deixar pra mais tarde.
Comece aqui»

No principio . . .


Toda viajem tem um ponto de partida.
A nossa começa em Gênesis, o primeiro livro da Bíblia. A palavra “Gênesis” significa “principio”. Ali vemos como eram as coisas quando Adão, o primeiro homem, andava junto com Deus. Deus o amava profundamente, e adão respondia com um caloroso afeto a este amor. Ambos sentiam um profundo deleite na franqueza, experimentavam a confiança e a companhia naquela relação mutua.
O trabalho era diferente do que é hoje. Era produtivo e dava satisfação; estava livre de stress, ansiedade, corrupção e falhas éticas.
No entanto, é triste dizer que o paraíso durou pouco. O que aconteceu então tem tocado a vida de cada um nós.
Na Bíblia aprendemos que a humanidade herdou um defeito fatal quando Adão cedeu a tentação e rebelou-se contra Deus. A raiz de tudo aquilo era Adão escolhendo andar por sua própria conta, abandonando o extraordinário vinculo que ele tinha com Deus no inicio. A partir deste ponto, incluindo os próprios filhos de Adão e Eva,  a natureza do ser humano passou a ser dominada pela violência, cobiça, ciúmes, ódio e rebelião. A Bíblia chama isto de pecado. Sua conseqüência é a morte. 
O Antigo Testamento é um relato sobre a luta do homem contra o pecado e suas conseqüências. Deus estabeleceu temporariamente métodos para substituir esta natureza agora caída, mas esses métodos não faziam nada que pudesse mudar essa natureza. Continuava sendo a mesma. Permanecia igual. Tão pouco mudou com o passar do tempo ou a melhora da educação, os descobrimentos científicos nem a prosperidade econômica. A natureza básica ou “caída” do ser humano não sofreu alteração alguma desde os tempos de Adão.
Pouco depois do pecado entrar no ser humano através de Adão, Deus predisse a vinda daquele que poderia curar o defeito fatal. Ele então identificou um grupo de pessoas, os Hebreus, como a família da qual sairia esta pessoa. Durante centenas de anos, profetas Hebreus foram fazendo revelações sobre aquele que restauraria aquela relação que havia sido quebrada.
O Remédio »


Sua própria história



Não foi por acidente que você visitou este site. Talvez você tenha buscado por respostas para sua própria vida, incluindo a resposta para a grande decisão da vida – como eu devo me relacionar com Deus? Ou talvez você tenha começado sua jornada de fé, mas necessita uma compreensão básica mais sólida.
Quem sabe você tem estado longe de casa, como eu estive há alguns anos, e incerto com respeito ao sentido da vida, seu fim, e a eternidade. Aonde quer que esteja, uma vez que um alicerce sólido é construído, a aventura de crescer e viver em Cristo nunca acabam.
O próximo passo é seu. Encorajo aceitar o desafio. Se estes pensamentos e palavras são oportunos, por favor reflita sobre eles, e com a ajuda de Deus, tome uma atitude a respeito. Creio com todo o coração que eles são o mapa seguro para o seu caminho de volta ao lar.
O Caminho para o lar

Uma jornada longa na vida



Uma vez que um alicerce espiritual é construído, nós podemos crescer na nova vida que Deus nos prometeu. A Bíblia chama isto de “maturidade cristã”  Como estou disposto atestar, este é um processo longo na vida.
O propósito de Deus é que como novos crentes, nos tornamos pessoas diferentes. Nós estamos “em construção”  Estamos sendo transformados de dentro para fora. O principal arquiteto destas transformações é o próprio Deus. Como um pai amoroso, Ele esta ao nosso lado para dirigir pessoalmente nosso crescimento.
Por tudo que tenho experimentado, e que tenho observado em outros, surgem alguns padrões de conduta dramaticamente novos. Atitudes, pensamento e linguagem movem para um novo nível. As motivações são submetidas à avaliação. Nos perguntamos: Por que eu fiz isto? Deus nos mostra como comportarmos diferentes, e seguimos em frente.
O processo continua. O egoísmo cede lugar ao serviço. As relações com os demais são restauradas. Diminui a amargura, a inveja, ciúmes e o ódio à medida que aumento o amor. Experimentamos uma nova dimensão da alegria. Não de um dia para outro, mas sim de maneira constante e progressiva. Ajustes profundos acontecem. Então percebemos a verdade  - somos realmente novas criaturas, porque Cristo esta vivendo em nós.
Estas mudanças internas logo tornam se visíveis. O novo crente quer reunir-se com outros que também colocaram sua fé em Cristo. Não estamos sós. Assim iniciam novos laços de confiança, amor e respeito mutuo.
A Bíblia, a Palavra inspirada do próprio Deus para nós, converte-se em uma amiga recém conhecida, mas relevante e compreensível agora. Nos encontramos com o Espírito Santo, a presença do próprio Jesus que agora habita em nós. Descobrimos que Ele é um guia incrível, se damos o acesso necessário a Ele.
Mas nosso novo relacionamento traz consigo limitações necessárias. Não se trata de que “tudo seja permitido”, porque vemos que nosso Deus é um Deus santo. Devemos honrá-lo, reverencia-lo e obedece-lo. Quando aceitamos as elevadas normas que Ele estabeleceu para nós, compreendemos que são para nosso próprio beneficio. Na verdade, tudo quanto Ele nos proporciona e faz para nós, é para nosso próprio bem.
Nossa nova vida em Cristo não é uma vida de êxitos contínuos. Existem novos desafios. Os velhos hábitos e as velhas relações não mudam facilmente. Surgem os conflitos. Existem ainda as forças espirituais que se opõem a nós. Duvidamos. Ficamos desencorajados.
Apesar de tudo, as coisas são distintas. Não estamos sós. Entramos em uma aliança nova e viva com Jesus Cristo. Ele nos guia. Nós o seguimos. Nossa fé esta firmada em um novo fundamento, este fundamento é Cristo. As palavras que Ele nos dirige são maravilhosas e tranqüilizadoras:  “Nunca te deixarei, jamais te abandonarei” (Hebreus 13:5).
Com o tempo, esta vida transformada causa um impacto em tudo que somos e fazemos. Lembre-se da relação que Adão tinha com Deus antes da queda. Acaso o Senhor não queria ver restaurado  este tipo de relação, até mesmo em nosso trabalho? O dono de um negócio comentava em uma entrevista com a publicação Havard Business Review: “Eu gostaria de ter o lugar de trabalho mais próximo do Jardim quanto possível, sabemos que não posso. Mas eu não devo parar de tentar” (HBR , Janeiro de 1999).
A história de Alan»

A Nova Natureza



A Nova Natureza

Este passo incrível de transformação te parece simples? Infelizmente, o conceito de vir a Jesus desta maneira têm sido tão obscuro, tão envolvido em idéias extras e palavras sem necessidades, que muito se perde da simplicidade maravilhosa desta verdade. É muito importante que isto não aconteça conosco.
A transformação pessoal tem por resultado uma natureza totalmente nova. Esta natureza substitui a antiga que estava corrompida desde o principio. O apostolo Paulo a descreve desta maneira: “Porquanto se alguém esta em Cristo, é nova criação, as coisas velhas já passaram, e tudo se fez novo” (2 Corintios 5:17). Considere outros termos usados na Bíblia para descrever o contraste total que existe entre o velho e o novo. A pessoa convertida sai das trevas para a luz (Atos 26:18); sai da escravidão para a liberdade (Romanos 8:21); sai da morte para entrar na vida (Romanos 6:13).
Na verdade, o novo crente experimenta um novo nascimento. O primeiro foi o nascimento natural, o qual vem com a natureza pecaminosa. O segundo é um nascimento espiritual, livre do defeito básico. E um começo totalmente novo. Nos transformamos em uma nova pessoa! Jesus disse: “O que crer no Filho de Deus tem a vida eterna” (João 3:36). Algo do próprio céu – vivo, ativo e  imperecível – que habita no novo crente.
Este, é o maior milagre que nós jamais poderíamos imaginar – chegar realmente ao lugar do nosso Pai nos céus – com tudo o que isto significa nesta vida e na eternidade.
A entrada em uma nova órbita»

O que Deus fez em Jesus



Como já vimos – no principio Deus criou o homem. Quase imediatamente o homem falhou através da rebelião. Então, depois de milhares de anos de preparação, em um momento preciso, Deus fez com que uma jovem virgem chamada Maria ficasse grávida, ela estava comprometida com um carpinteiro chamado José. O filho que nasceu era o Filho do próprio Deus.
Na juventude Jesus trabalhou na carpintaria de seu pai. Enfrentando as tentações que cada um de nós enfrenta, ele cresceu sem nenhum pecado.
Quando tinha por volta de 30 anos de idade, deixou seu oficio para começar a proclamar a mensagem do Reino de seu Pai celestial. Dezenas de milhares o seguiram, um grande numero foram curados, e inclusive houve mortos que foram ressuscitada à vida.
Os lideres religiosos e do governo o considerava uma ameaça. Por isto colaboraram e arranjaram mentiras para acusá-lo e matá-lo. Jesus é traído, preso, julgado, acoitado e pregado em uma cruz. Sua sentencia de morte por crucificação era destinada aos criminosos comuns. Ele não se defendeu, mas foi voluntariamente, mesmo podendo chamar a um imenso numero de anjos para o resgatar. Nas palavras do profeta Isaias, foi como um cordeiro ao matadouro. E morreu.
Na cruz Jesus disse, “está consumado” Este é o ponto mais dramático em toda a história, porque Jesus não estava referindo-se apenas a sua vida, mas ao problema do pecado. Jesus tornou-se o remédio de Deus. Por sua obediência, ele satisfez as exigências de Deus como o “sacrifício perfeito para o pecado”. Por isto o cristianismo despojado da cruz, não tem nada de cristianismo.
Jesus foi colocado em uma sepultura de um influente líder Judeu. Lacraram o túmulo. Três dias mais tarde, para perplexidade até de seus seguidores mais próximos, ressuscitou dentre os mortos. Seus discípulos encontraram o sepulcro vazio, e sentiram sacudidos até o mais profundo de seu ser.
Mas Jesus apareceu a eles, e depois a uma centena de outros. Ele os consolou e tranqüilizou, lhes afirmando que este evento incrível era o propósito do coração de Deus.
Depois de 40 dias, subiu aos céus, onde se juntou a Deus, seu Pai. Então o Pai concedeu a seu Filho a honra mais alta e suprema de ser o cabeça de tudo o que há na terra e nos céus. Assim Jesus foi feito tanto Senhor e Cristo, posições que segue tendo hoje. “Senhor” é uma palavra que se refere a domínio. “Cristo” se refere a sua capacidade para salvar. Ele e somente Ele tornou o salvador da humanidade.
Deste lugar de autoridade, Jesus nos convida a tornarmos seus seguidores – novas criaturas!
Quem pode não dizer que isto é algo totalmente maravilhoso? Não estou seguro de que a mente humana pode captar por completo. Que tipo de amor é este, em que um pai sacrifica seu único filho? No entanto isto ocorreu, e muito literalmente, por uma razão central e majestosa: para que você e eu pudéssemos restabelecer o tipo de ralação pessoal com Deus que Ele queria que existisse desde o principio. Ele tornou isto possível para retornarmos ao lar. Ele tornou a resposta para a grande questão da vida.
Este processo – a forma como voltamos espiritualmente ao lar – é o que agora queremos ver mais de perto. Esta é a consumação e o propósito da nossa jornada.
Crer»

O Caminho para Casa



Aqui estão os elementos chaves pelos quais nos reconciliamos com o Pai. Todos e cada um deles são vitalmente importantes. Se apenas um somente estiver ausente, poderá impedir nosso relacionamento de ser totalmente completo.
Nossa condição: Em primeiro lugar precisamos entender que nós estávamos separados de Deus. O abismo que nos separa de Deus é largo e profundo. Herdamos por nascimento um defeito fatal. Como resultado disso, nós vivemos nossas vidas independentes Dele. A Bíblia destaca esta realidade desoladora: “Porque todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Se não podemos aceitar o fato de que o pecado nos separa de Deus, nunca chegaremos a um lugar, porque não sentiremos a necessidade de um Salvador.
O remédio de Deus: Em segundo lugar, necessitamos ter uma compreensão muito clara de quem é Jesus, e o que Ele fez por nós, de maneira que possamos com toda confiança por nossa fé em Jesus. Ele se fez como ponte entre o abismo que nos separava de Deus. Nas palavras do apóstolo João: “Por que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)
Jesus não foi somente um homem bom, um grande mestre, um profeta inspirado. Ele veio a terra como o Filho de Deus. Nasceu de uma mulher virgem. Teve uma vida sem pecado. Ele morreu. Foi sepultado. Ressuscitou no terceiro dia. Subiu aos céus onde tornou se Nosso Senhor.
A morte de Jesus e ressurreição em nosso favor satisfez as exigências de Deus: uma provisão completa para eliminar nosso pecado. Este Jesus, e somente Ele, esta qualificado para ser o remédio para o nosso pecado.
O arrependimento - pessoal é vital no processo de transformação. Arrependimento literalmente significa “uma mudança na maneira de pensar.” Consiste em dizer ao Pai: “Quero estar contigo e longe da vida que levava independente de Ti. Eu peço perdão pelo que tenho sido e o que tenho feito, quero mudar de maneira permanente. Eu recebo o perdão por meus pecados.”
Neste ponto, são muitos os que experimentam uma notável “purificação” de coisas que haviam acumulado por toda uma vida, todas elas capaz de degradar a alma e o espírito de uma pessoa. Sentimos ou não o perdão de Deus, se nos arrependemos, podemos ter a segurança total de que estamos perdoados. Nossa confiança é baseada na promessa de Deus, e não como sentimos.
Alcançamos uma relação pessoal com o Senhor quando tomamos a maior decisão da vida – o ponto critico que nos referimos anteriormente. Esta decisão consiste em crer que Jesus é o Filho de Deus, aquele que morreu por nossos pecados, que foi sepultado e ressuscitou da morte – e como conseqüência o recebemos como Senhor e Salvador. Quando cremos desta forma, nos tornamos filhos de Deus. Esta prometido expressamente no evangelho de João: “Mas a todos quantos o receberam, aos que crêem em seu nome, deu lhes o direito de ser filhos de Deus” (João 1:12).
Você quer receber a Jesus Cristo como seu Salvador? Se você desejar pode fazer esta oraçã
«Senhor Jesus, eu preciso de Ti. Eu me arrependo da vida que tive longe de Ti. Obrigado por morrer na cruz para pagar o preço por meus pecados. Eu creio que és o Filho de Deus e agora eu te recebo como meu Senhor e Salvador. Eu consagro minha vida a te seguir.»
Você fez esta oração?
Sim
http://prmarcoscaldeira.wordpress.com/2013/02/16/motivacao-pastoral/

VALOR

VOCÊ TEM VALOR, VOCÊ É A DELÍCIA DE DEUS
Mui frequentemente, alguns filhos de Deus sentem-se diminuídos, com um baita complexo de inferioridade ou mesmo com a autoestima achatada. É preciso lembrar que você foi criado por Deus, formado por Deus, remido por Deus e habitado por Deus. Você tem valor. Você é a morada de Deus, a propriedade exclusiva de Deus, a menina dos olhos de Deus, a herança de Deus, a delícia de Deus, em quem ele tem todo o seu prazer. Levante a sua cabeça! O final da sua vida já está decidido: Você foi destinado para a glória!
Hernandes Dias Lopes.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A PEDRA


QUEM É A PEDRA SOBRE A QUAL A IGREJA ESTÁ SENDO EDIFICADA?

O texto de Mateus 16.18: "Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"

Ao longo da história, foi interpretado de três maneiras:

1) PEDRO É A PEDRA - Uma leitura superficial poderia nos levar à essa conclusão.
 Precisamos porém observar alguns pontos. A palavra Pedro e pedra no grego vêm da uma mesma raiz.
 Não é pedra que procede de Pedro, mas Pedro que procede de pedra.
 Pedro é "Pétros" e pedra é "petra".
 "Pétros" é uma pedra ou fragmento de pedra enquanto "petra" é uma rocha inabalável.
 Todas as metáforas de rocha no Velho Testamento são atribuídas a Deus.
 Também "Petros" é substantivo masculino e "petra" feminino.
 Não haveria concordância verbal caso Pedro fosse a pedra.
 Mais, o pronome usado "esta" e não "essa" evidencia que Jesus não estava falando de Pedro, mas de si mesmo. Para dirimir ainda qualquer dúvida, o próprio Pedro fez questão de afirmar por duas vezes que Cristo e não ele era a pedra. A primeira vez no começo do ministério (At 4.11,12) e a segunda no final do ministério (1Pedro 2.4-8). Paulo também corrobora com essa interpretação (1Coríntios 3.11; 10.4).

2) A AFIRMAÇÃO DE PEDRO - "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mateus 16.16). Essa interpretação é seguida por muitos estudiosos ainda hoje.

3) CRISTO É A PEDRA - Esse é o entendimento gramatical, exegético e teológico do texto. Reafirmamos, portanto, nossa convicção de Cristo é a pedra sobre a qual a igreja está estabelecida.
Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

DEUS APROVA O CARNAVAL?


1° PARTE

Origem: Wikipédia, 


















Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em 
meados dos anos 600 a 520 a.C..
 Através dessa festa os gregos realizavam 
seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.
 Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..[1] 
É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média.
 O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne"
 ou do latim "carne valedando origem ao termo "carnaval". 
Durante o período do carnaval 
havia uma grande concentração de festejos populares. 
Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.
 O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias,
 é produto da sociedade vitoriana do século XIX.[2]
 A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da 
festa carnavalesca para o mundo.









O carnaval é um exemplo real da sobrevivência do paganismo,

 com todos os seus elementos presentes. 

É a explicita manifestação das obras da carne:

 adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria,

 inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões,

 heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, 

e coisas semelhantes. O apóstolo Paulo declara

 inequivocamente que os que cometem tais coisas 

não herdarão o reino de Deus (Gl 5.19-21).













Posição da igreja evangélica no período do carnaval
Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem 
em rituais pagãos de adoração a deuses falsos. Trata-se,
 por isso, de uma manifestação popular eivada de obras da carne,
 condenadas claramente pelas Sagradas Escrituras. Seja no Egito,
 Grécia ou Roma antiga, onde se cultua, respectivamente, 
os deuses Osíris, Baco ou Saturno, ou hoje em São Paulo,
 Recife, Porto Alegre ou Rio de Janeiro, 
sempre notaremos bebedeiras desenfreadas, 
danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e
 falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas.
 Entretanto, não podemos também deixar de abordar os 
chamados benefícios do carnaval ao país, 
tais como geração de empregos, entrada de recursos 
financeiros do exterior através do turismo, 
aumento das vendas no comércio, entre outros.
Traçando o perfil do século XXI, não é possível 
isentar a igreja evangélica deste momento histórico.
 Então, qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? 
Devemos sair de cena para um retiro espiritual, 
conforme o costume de muitas igrejas, 
a fim de não sermos participantes com eles (Ef.5.7)? 
Devemos, por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos 
a oportunidade para a evangelização? 
Ou isso não vale a pena porque, especialmente neste período, 
o deus deste século lhes cegou o entendimento (2 Co.4.4) ?
Creio que a resposta cabe a cada um. Mas, por outro lado, 
a personalidade da igreja nasce de princípios estreitamente 
ligados ao seu propósito: fazer conhecido ao mundo 
um Deus que, dentre muitos atributos, é Santo.
Há quem justifique como estratégia evangelística 
a participação efetiva na festa do carnaval, desfilando
 com carros alegóricos e blocos evangélicos, 
o que não deixa de ser associação a profanação. 
Pergunta-se, então: será que deveríamos freqüentar boates gays, 
sessões espíritas e casas de massagem, 
a fim de conhecer melhor a ação do diabo e investir contra elas? 
Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo?
No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das 
festas que o originaram, continuamos vendo imoralidade,
 música lasciva, promiscuidade sexual e bebedeiras.
José Carlos Sebe, no livro Carnaval de Carnavais, 
página 16, descreve, segundo George Dúmezil (estudioso das tradições mitológicas): 
O carnaval deve ser considerado sagrado, 
porque é a negação da rotina diária. 
Ou seja, é uma oportunidade única para extravasar 
os desejos da carne, e dentro deste contexto festivo, 
isto é sagrado, em nada pervertido. Na página 17,
 o mesmo autor descreve: Beber era um recurso
 lógico para a liberação pessoal e coletiva. 
A alteração da rotina diária exigia que além da variação alimentar, 
também o disfarce acompanhasse as transformações.
Observe ainda o que diz Manuel Gutiérez Estéves:
 No passado, faziam-se nos povoados, mas sobretudo nas cidades, 
diversos tipos de reuniões em que todos os 
participantes aparentavam algo diferente daquilo que,
 na realidade, eram. A pregação eclesiástica inseriu 
na mensagem estereotipada do carnaval a combinação 
extremada da luxúria com a gula. Não falta, sem dúvida, 
fundamento para isto.
Como cristãos, não podemos concordar 
e muito menos participar de tal comemoração, 
que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus:
 Porque os que são segundo a carne inclinam-se
 para as coisas da carne; mas os que são 
segundo o Espírito para as coisas do Espírito (Rm 8.5-8). 
Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, 
pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito,
 os quais pertencem a Deus (1 Co 6.20).
A igreja jamais pode ser omissa quanto a esse assunto.    
O cristão deve ser sábio ao tomar sua decisão, 
sabendo que: Em que noutro tempo andastes segundo 
o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, 
do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. 
Entre os quais todos nós andávamos nos desejos
 da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; 
e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. 
Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, 
pelo seu muito amor com que nos amou, 
estando nós ainda mortos em nossas ofensas,
 nos vivificou juntamente com Cristo 
(pela graça sois salvos), e nos 
ressuscitou juntamente com ele e 
nos fez assentar nos lugares celestiais, 
em Cristo Jesus (Ef 2.2-6).