Toda viajem tem um ponto de partida.
A nossa começa em Gênesis, o primeiro livro da Bíblia. A palavra “Gênesis” significa “principio”. Ali vemos como eram as coisas quando Adão, o primeiro homem, andava junto com Deus. Deus o amava profundamente, e adão respondia com um caloroso afeto a este amor. Ambos sentiam um profundo deleite na franqueza, experimentavam a confiança e a companhia naquela relação mutua.
O trabalho era diferente do que é hoje. Era produtivo e dava satisfação; estava livre de stress, ansiedade, corrupção e falhas éticas.
No entanto, é triste dizer que o paraíso durou pouco. O que aconteceu então tem tocado a vida de cada um nós.
Na Bíblia aprendemos que a humanidade herdou um defeito fatal quando Adão cedeu a tentação e rebelou-se contra Deus. A raiz de tudo aquilo era Adão escolhendo andar por sua própria conta, abandonando o extraordinário vinculo que ele tinha com Deus no inicio. A partir deste ponto, incluindo os próprios filhos de Adão e Eva, a natureza do ser humano passou a ser dominada pela violência, cobiça, ciúmes, ódio e rebelião. A Bíblia chama isto de pecado. Sua conseqüência é a morte.
O Antigo Testamento é um relato sobre a luta do homem contra o pecado e suas conseqüências. Deus estabeleceu temporariamente métodos para substituir esta natureza agora caída, mas esses métodos não faziam nada que pudesse mudar essa natureza. Continuava sendo a mesma. Permanecia igual. Tão pouco mudou com o passar do tempo ou a melhora da educação, os descobrimentos científicos nem a prosperidade econômica. A natureza básica ou “caída” do ser humano não sofreu alteração alguma desde os tempos de Adão.
Pouco depois do pecado entrar no ser humano através de Adão, Deus predisse a vinda daquele que poderia curar o defeito fatal. Ele então identificou um grupo de pessoas, os Hebreus, como a família da qual sairia esta pessoa. Durante centenas de anos, profetas Hebreus foram fazendo revelações sobre aquele que restauraria aquela relação que havia sido quebrada.
O Remédio »
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