Primeiro, o casamento conforme instituído por Deus (Gn 2.24), sancionado na lei moral (Ex 20.17) e ratificado por Jesus (Mt 19.3-7) é heterossexual e monogâmico.
Segundo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, ou seja, a relação homo-afetiva está em flagrante oposição do projeto de Deus para a família (Rm 1.24-28).
Terceiro, a relação homo-afetiva não é sinal de avanço, mas clara evidência de decadência moral e manifestação do juízo divino (Rm 1.24,26,28).
Quarto, a permanência nesse erro, implica no impedimento de se entrar no reino de Deus (1Co 6.9).
Quinto, é possível que uma pessoa ao converter-se a Cristo receba graça de Deus para mudar sua conduta sexual (1Co 6.11).
Àqueles que, tentam fugir da autoridade da Palavra de Deus, dizendo que os tempos são outros e que a Bíblia não tem mais aplicabilidade para tratar desse assunto em nossos dias, respondemos que a Palavra de Deus é atual, viva e infalível. Foi Jesus quem disse: "A Escritura não pode falhar" (Jo 10.35).
Hernandes Dias Lopes.

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